Combustíveis - Concorrência provoca queda no preço
24/06/2011
“Os Preço dos combustíveis em Tubarão caíram em função da concorrência” a avaliação é do delegado do Sindicato de Revendedores Varejistas de Combustíveis (Sindicomb) na região, Valdo Viana Filho.Segundo ele, os combustíveis não baixaram o esperado pelos revendedores. A safra da cana-de-açúcar não foi suficiente para reduzir os valores do litro do etanol para os R$ 1,70 do ano passado. Hoje, está na faixa dos R$ 2,30 na região. Em alguns postos, o consumo dos combustíveis caiu 3%, até junho, em relação ao mesmo mês do ano passado. A queda das vendas, puxa a redução de preços destaca Valdo.
De acordo com o advogado do Sindicomb, Ciro Branco, nenhuma queda de preços está prevista para a região. Mas um aumento foi repassado pelos usineiros aos distribuidores de etanol. Eles pagaram mais caro pelo produto na última semana. Agora, se a alta do preço será repassada aos consumidores é outra história. Mas é certo que ninguém quer ter prejuízo.
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Não há nenhum caso registrado na região de Tubarão de Gripe A este ano, mas já houve inúmeros suspeitas. As informações são da gerência regional de saúde. Nem por isso deve-se deixar de tomar alguns cuidados.
O vírus da gripe já começou a apresentar mutações na Ásia e desenvolver uma certa resistência ao Tamiflu e ao Relenza, os principais medicamentos utilizados no combate. Amostras colhidas no norte da Austrália e em Cingapura também apresentaram resistência ao medicamento.
Pode parecer que isso ocorre em países distantes. Porém, é necessário lembrar que a gripe A apareceu no México e nos Estados Unidos em março de 2009. E não demorou muito para se espalhar pelo resto do mundo.
O jeito é reforçar os cuidados essenciais à prevenção. Uma das medidas é não abandonar o hábito de lavar as mãos com sabonete e álcool em gel. Esta simples ação também protege contra outras infecções bacterianas e virais.
Independente da gripe A, o Hospital Nossa Senhora da Conceição intensificou o uso da solução alcoólica para higienização das mãos. Todos os funcionários que mantêm contato com pacientes receberam dispensadores individuais de álcool para fricção antisséptica das mãos.
O enfermeiro da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, Rodrigo Cascaes Theodoro, explica que o simples toque em maçanetas, interruptores de luz e aparelhos de academias pode resultar na contaminação.
“Essa é uma prática que deve ser adotada por todos, principalmente neste período de frio, quando os resfriados são bastante frequentes e a contaminação é muito rápida”, alerta.
Fonte: Central de Jornalismo Stylo FM
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